Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele Sou inconstante e talvez imprevisível Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo,este é meu jeito complicado de ser
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Quem sou eu
"O escrito jaz na sua frente e diz sempre a mesma coisa se você acredita em palavras. Mas, se você acredita nas coisas que as palavras representam, nunca se chega ao fim. E você tem que seguir uma estrada sem fim, uma vez que a vida não flui por um caminho finito, mas também por um infinito. Mas o ilimitado lhe deixa ansioso, já que o ilimitado é assustador e sua humanidade se rebela contra isso. Consequentemente, você procura limites e contenção para você não se perder, rolando no infinito (...) A palavra se transforma no seu Deus, uma vez que ela lhe protege das inúmeras possibilidades de interpretação. A palavra é uma mágica protetora contra os daimons do infinito que rasgam sua alma. (...) Você será salvo se no fim puder dizer: isto é isto e nada mais. (...) É por isso que os homens procuram e criam palavras"
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