Vai ficar para trás
na primeira curva
Um saco de sonhos e ilusões trazidas
De tempo distante
Do olhar confiante
Barreiras vencidas
A nossa certeza nas frases sonhadas
saídas do peito
Mas como é cego e profundo
este terceiro mundo
que deixa sem força,
sem corda e sem jeito
Minhas asas cortadas
a mente cansada
O corpo sem força,
sem corda e sem jeito
Vai ficar a distância
marcando o silêncio
Retalhos de todas as noites vividas
Sorriso forjado
Encanto quebrado
em cada partida
O caminho da volta
trilhado nos versos
compondo a história
Eu precisava ouvir agora
da minha janela
o som da cidade
na flauta mais doce
sonata mais bela
Eu só não contava
com as luzes deixadas
no palco desfeito
Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele Sou inconstante e talvez imprevisível Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo,este é meu jeito complicado de ser
terça-feira, 28 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
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